sexta-feira, 17 de março de 2023

A lenda do Espírito da Floresta

O Espírito da Floresta também conhecido como “Chullachaqui” é um demônio de pequena estatura, quem diz tê-lo visto afirma que ele usa um grande chapéu de palha que esconde um rosto enrugado, no qual se destacam um nariz proeminente, orelhas pontudas e olhos vermelhos. O Espírito da Floresta tem pouco mais de um metro de altura e usa trapos muito sujos. Outros dizem que ele anda encurvado e com os pés erguidos. Mas, a principal característica, da qual deriva o seu nome, refere-se aos seus pés: um é de humano e o outro de animal, que pode ser veado, queixada, tartaruga, galo, etc. O nome “Chullachaqui” desse duende travesso deriva de duas palavras do Quéchua: “ch’ulla” que significa “desigual ou diferente”. A outra palavra é “Chaqui” que significa “pé”. Ao que pode ser entendido como: “Pés desiguais”. Em Kokama fica: Tɨmay+atɨren pɨeta. O Espírito da Floresta vive nas profundezas da densa floresta Amazônica, com a capacidade de se transmutar em uma criança, um parente da vítima que está perseguindo ou até mesmo de um conhecido seu. Esse espirito com o nome de “Chullachaqui” é amplamente conhecido na Amazônia. Em alguns lugares é conhecido também por “tsulla chaki”, que significa "um pé". Em Kokama fica: wepe pɨeta. Dizem que ele fica com medo quando você grita no ouvido dele, mas é preciso ter calma e coragem ao fazer isso. Em outras regiões amazônicas, o duende também é conhecido como: "Shapshico" e "Ishingo". De acordo com a tradição Kokama, nas raízes da Samaúma vive o Espírito da Floresta “Shapshico” ou diabo da floresta ou velho do rio. É falado que o Espírito da Floresta bate a raiz da Samaúma para anunciar uma tempestade. Com o termo “Ishingo”, dizem alguns, que é a alma de um bebê abortado, outros dizem que nada mais é do que criança que morreu em tenra idade, de forma surpreendente ou trágica, e o próprio fato de se recusarem a morrer e passarem para o próximo plano evolutivo. Ele se mantem neste mundo transfigurado como um ser demoníaco, feio e danado. Por isso, é comum sabermos de pessoas que viram e foram vítimas de artimanha por conta de suas visitas, pois só sabem incomodar, causar medo e fazer bagunça sem medir as consequências de seus atos. Como é sabido, a floresta amazônica tem vários duendes: seres ambíguos, que às vezes aparecem de forma amigável para fazer companhia e brincar com crianças que ficam sozinhas em casa, mas que às vezes também são bastante feios e letais quando se apegam com alguma criança e decide levá-la com eles, para se tornar um deles. O Espírito da Floresta é considerado o Guardião da floresta, inspira respeito e medo aos nativos e aos estranhos. Muitas vezes é associado ou relacionado ao diabo, em algumas variantes, e em parte, com seres demoníacos. Além disso, dizem que não é apenas um, mas vários. Em outras crenças amazônicas, acredita-se que o Espírito da Floresta “Chullachaqui” se origina da relação entre um duende e um demônio, sendo uma espécie híbrida entre os dois. Geralmente ele aparece para quem anda sozinho nas trilhas ou na floresta. Segundo a tradição, às vezes ele se apresenta de forma amigável e concedendo presentes da floresta, desde que a pessoa que os recebe não diga a origem de sua boa sorte, outras vezes ele é agressivo. Mas, normalmente, ele só desfere sua agressividade contra pessoas ruins, pecadores, corruptos e ateus. Diz-se que o Espírito da Floresta “Chullachaqui” rouba crianças para brincar com elas, porém, depois as devolve sem machucá-las. Entretanto, para outros não é assim, pelo contrário, essas crianças desaparecem e nunca mais voltam. Há quem afirme que essas crianças poderiam ser manipuladas pelo Espírito da Floresta, depois de morrerem perdidas na extensa área florestal. Mas, segundo os habitantes da floresta, tende a se transformar em qualquer um, com o único desejo de fazer você se perder no meio da mata. Pode aparecer para você transformado em um parente seu, ou em um amigo, ele o leva por caminhos errados, entrando nas profundezas da floresta amazônica, com o objetivo de se perder, abandonado à sua sorte. Para uma criança, o Chullachaqui geralmente aparece como outra criança ou outro companheiro de brincadeira. Sempre com o objetivo de fazê-lo se perder. Essas ações geralmente estão relacionadas ao desaparecimento de crianças que são levadas pelo duende aproveitando-se da negligência de seus pais. Crianças são sequestradas de suas casas ou das roças de seus pais. Em todos os depoimentos, as crianças não são maltratadas, porém, ao serem encontradas pelos socorristas apresentam descontrole em suas atitudes. Posteriormente, as crianças devem ser tratadas por pajés, que eliminam o estado de transe em que permanecem os afetados. A única maneira de descobrir a verdadeira identidade do Espírito da Floresta “Chullachaqui” é olhando para seus pés, pois um de seus pés está deformado e é muito perceptível. Consequentemente, ele tentará esconder os pés. Ao ser descoberto, o Espírito da Floresta “Chullachaqui” escapará para a floresta e desaparecerá. Há quem diga que ele usa algumas cavernas como seu esconderijo preferido e outros dizem que usa a árvore Samaúma para se esconder. A árvore de Samaúma é uma árvore mística que alguns médicos tradicionais usam para seus trabalhos de cura. Algumas testemunhas, principalmente pessoas mais velhas, contam histórias de pessoas que tiveram a oportunidade de conversar com esse ser, em tempos remotos, quando a selva ainda se mantinha virgem e não como se vê atualmente. As referidas conversas diretas correspondiam a exortações ou ameaças que a entidade fazia aos contatados para que não caçassem animais nem cortassem árvores, afirmando-se donos de todos os recursos florestais. Em alguns casos, a entidade foi generosa com algumas das testemunhas e garantiu o aporte de recursos da floresta, ou seja, dependendo do que ele precisasse, ele poderia fornecer produtos de caça abundantes e fáceis, látex de seringa ou "borracha" e árvores de madeira fina que ele poderia aproveitar na floresta. O Espírito da Floresta “Chullachaqui” gosta de maltratar física e psicologicamente suas vítimas, quando elas invadem o que ele considera seu território e se aproveitam do que ele chama de sua propriedade. Segundo essas pessoas, o Espírito da Floresta "Chullachaqui" é excitado pelo desejo de lutar e, quando encontra uma vítima, o desafia para uma luta. Embora esses casos sejam muito raros, há relatos de mulheres que afirmam terem sido violentadas por esse ser enquanto estavam sozinhas na floresta. Existem testemunhos de algumas cozinheiras de acampamentos na floresta, que dizem terem sido agredidas sexualmente pelo Espírito da Floresta “Chullachaqui”. Alguns também garantem que o duende gosta de se apaixonar por algumas mulheres, a ponto de ficar obcecado por elas. Quem afirma ter tido contato com esse ser, direta ou indiretamente, costuma apresentar alguns sintomas após o contato: febre, dor de cabeça, náuseas e desconforto corporal. O Espírito da Floresta "Chullachaqui" ocupa grande parte da crença popular dos habitantes rurais e urbanos da Amazônia. É um ser que adota características do ser humano como luxúria, raiva, egoísmo, obsessão, engano, sequestro, exigência, adulação, paixão e vingança. O Espírito da floresta é um demônio da floresta, também conhecido pelo povo Kokama como Chullachaqui, Tsupai, Ishingo, Shapingo, Shapshico ou Shapishico.
A ɨmɨntsarayara ɨwɨratiawa
ɨwɨratiawa riai ikuawara mania “Churachaki” yay wepe maitsankara chura ɨwata, awatipa kumitsa emete umipupenan kumitsaui mari uri akitamira wepe nuan chapewa pariata mari y+amimi wepe tsitsa katsere, awatipakuara icharika wepe ti arɨwa, nami tsapukanpu ay tsitsatse tururukan. Uri emete aichuwanan ashun wepe metrura ɨwata ay akitamira kepeyuka aitse charu. Amua kumitsa mari uri ukua yamamani ay y+a pɨeta tsupirika. Urian a ɨatira aitsemekatunika, awatipama uri chiramuki, ɨmɨntsarara pɨetamuki: wepe yay awa ay amua animaru, mari amatsɨka pupe ɨtsɨwatsu, tayatsu, puka, atawari niapitsara, amua. Chira “Churachaki” ikian tuwa kaichiru uri mukuika kumitsa kichua: “ch’ullashka”, mari kumitsa “tsupiriwanan tsurin maniaka”. A amua kumitsa yay “Chaquishka”, mari kumitsa “pɨeta”. Mari amatsɨka pupe ikua mania: “Pɨeta tsupiriwanan”. Kukamɨe minu yuriti: Tɨmay+atɨren pɨeta. ɨwɨratiawa kakɨrɨ ta mɨtɨrɨpe yanama ɨwɨrati Amay+uniaka, y+a a chɨmɨra uwakama ya wepe ɨkɨratsen, wepe irua yapitsawara mari y+uti chikuarata tsurin wepe ikuawara ra. Yukan mai y+a chira “Churachaki” yay epewatsu ikuawara ta Amay+uniaka. Ya amua tupakana yay ikuawara riai y+a “tsullashka chaki”, mari kumitsa "wepe pɨeta". Kukamɨe yuriti: wepe pɨeta. Rana kumitsa mari uri y+uriti y+a akɨcha maniapuka ene tsatsatsɨma ta apɨtsakuara y+a, urian yay tseta emete ɨyurun ay wɨka a y+auki ikian. Ramuaka tuy+ukapankana amay+unika, tuwa riai yay ikuawara mania: "Shapshiku" ay "Ishinku". Yakuararaka y+a a ɨmɨntsaranumia Kukamɨe, ta tsapua Tsamuna kakɨrɨ ɨwɨratiawa “Shapshiku” tsurin ɨwɨratiawa tsurin wiju parana. Kumitsa mari ɨwɨratiawa ayuka a tsapua Tsamuna marira kumitsapuka wepe amanawatsu. Y+a kumitsa “Ishinku”, kumitsapu amuakana, mari yay tsawa wawa umanu uwari, amua kumitsa mari tɨma awa ashun yay mari churankɨra mari umanu ɨkɨran wata, kuatiara erapakatun tsurin utsutaka, ay y+a aitsemekatun ukuata ra nin a umanu ay rana ukuatatsen marira amuatsen pewa aipacharikatun. Uri ra chimira raepe muntu uwaka pupe wepe maitsankara, aitse ay kaichiru. Y+ikua, yay katupetsen rana ikua awa mari umi ay utsui umanutapawara ikuachira y+a tsetamuki awanutsu, titikanai ikia intata, akɨchata ay y+auki kaichiru tɨma tsanata tsawitinan atukanamuki. Mania ene ikua a ɨwɨrati amay+unika emete chita tuwa: pupekana tsuparakapa, marira tupapenan katupe kuatiara irua marira y+auki iruanumuki ay yumutsarika y+a ɨkɨratsen marira yuriti titikana ukakuara, urian marira tupapenan riai aitesem aitse ay umanunan maniapuka ra awaɨtsɨkatan y+a amua churankɨra ay yakuararakanan erutsu y+a rana, marira ra iriwatsen wepe rana. ɨwɨratiawa yay tsapiaritsen yatsewara ɨwɨratima, tsapiaratsen tsapiarin ay akɨcha a tapɨy+a ay y+a ramatsekana. Aitseme tupapenan yay uyaritsen tsurin uyaritsentawa a tsupai, amuaka maniamaniakan, ay petsetakaka, y+a emetetsen aitsetsen. Ria, kumitsa marira tɨma yay kuyanan wepe, urian chita. Ramuaka tsapiaritsen amay+unika, tsapiari mari ɨwɨratiawa “Churachaki” ra uwarinan wepe matsetsen mɨtɨri wepe tuwa ay wepe maitsankara, pupeari wepe iruatakanpupe iruataka mɨtɨri wepe tuwa ay wepe maitsankara. Kananan uri katupe marira awatipa ukua titi pekuara tsurin ɨwɨrati. Tsakapɨrɨ a ɨmɨntsaranumia, tupapenan uri ra memuta kuatiara iruatsuika ay tamanatawa yumitamana ɨwɨrati, maritsuika a awa mari tawa tɨma kumitsa a uwarinan ra era tsawatsen; amua tupapenan uri yay uyaruntsui. Urian, naturanan, uri titi uyupetsen ra uyaruntsurin amutsewetatsen awa aitsen, uchayaraminu, maniakaka ay nitsapiari. Kumitsa mari ɨwɨratiawa “Churachaki” muna ɨkɨratsen marira yumutsarika y+a uri, urian riantsui rana iriwata tɨma tutukaka. Urian marira ramua tɨma yay ria, y+a amatura, yukan ɨkɨratsen ukaimapu ay tɨma ashun rana iriwa. Emete awatipa ikuatan mari yukan ɨkɨratsen rana amatsɨka pupe akitamiran y+a ɨwɨratiawa, riantsui rana umanu ukaimawara ɨwɨratikuara. Urian, tsakapɨrɨ awakana ɨwɨrati, amutsewen a ra uwukata ya rama wepe y+a uniku tseta y+auki ene ra ukaima mɨtɨrɨ ɨwɨrati. Amatsɨka katupe marira ene uwaka ya wepe irua y+a, tsurin wepe irua, uri erutsu y+a pe niaitsemeka, akiwa ɨpɨpe ɨwɨrati amay+unika, y+a tsɨritsen ra ukaima, icharin a ra tsawatsen. Marira wepe ɨkɨratsen, Churachaki kananan katupe mania ramua ɨkɨratsen tsurin ramua irua yumatsarika. Tsapa y+a tsɨritsen y+auki ra ukaima. Y+ukan atukana kananan rana y+uti yumutsanin a ukaimapan ɨkɨratsen mari rana erutsu y+a tuwa chɨpɨtsen tɨma aipata rana papakana. ɨkɨratsenkana upiatsen rana uka tsurin kukuara kamatawa rana papa. Ya upi kumitsa, ɨkɨratsen tɨma aitsekapan, urian rana pupe purara y+a utsuepewara memuta ipukua yuritin upanan tɨmamayana. Raepetsui, ɨkɨratsen tseta pupe mutsanara y+a ikuan, mari uchikara yuritin iya timi ya mari chimira iya ɨnta. A uniku riawa umipa a ria chirarata awa ɨwɨratiawa “Churachaki” yay umiari marira ra pɨeta, urian wepe uri ra pɨeta yay aputaka ay aitse umin. Riantsui, uri tsani yamimi pɨeta. A pupe umipa, ɨwɨratiawa “Churachaki” utsuepe marira a ɨwɨrati ay ukaimautsu. Emete awatipa kumitsa mari uri akitamira amua kakuaranɨwata mania ra yamimitupa wawurutsen ay amua kumitsa mari akitamira a ɨwɨra Tsamuna marira ra yamimi. A ɨwɨra Tsamuna yay wepe ɨwɨra mainanimai mari amua rana taita akitamira marira ra kamata mutsanara. Amua utsutsuriwara, ɨatiranan awa ashun wija, kumitsa ɨmɨntsara awa mari rana emete a ukuatanan kumitsa y+a yukan pupe, ya watatsuin ɨmɨnuan, maniapuka a ɨwɨrati yaytsuri aitsemekatun kuniatipain ay tɨma mania aipuka. Chiratan kumitsa yumata tsapiaritsen a tamanatsen tsurin tsani mari a tupa amatsɨka chirarawara marira mari tɨma ipurakari animaru tɨma petsetaka ɨwɨra, kumitsatsen y+arakana upi uyarichiru ɨwɨrati. Ya amua rachaikana, a mai utsui epekawara y+a amua utsutsuriwara ay tapɨtsen yumayarin uyarichiru ɨwɨrati, wɨrɨ, tɨkɨtatsenwa mari uri tsetaui, uri amatsɨkaui yumitsen ɨwɨrɨatsenkana ipurakari chitatsen ay ikuatsen, arichi kai shirinka tsurin "kaitsen" ay ɨwɨra ɨwɨra kuyana mari uri amatsɨkaui akitamiratsen ɨwɨrati. ɨwɨratiawa “Churachaki” ikua eyu intata tsu ay pitsiku umanutapawara, maniapuka rana anarukatsen mari uri tuyukapan ay akitamiratsen mari uri tsapuki ra aitsemekatuka. Tsakapɨrɨ y+ukun awa, ɨwɨratiawa "Churachaki" yay tsawɨru y+a iyara inupaka ay, maniapuka purara wepe umanutapawara, tsapukinan a inupaka. Ria pupe aitse aitsewanan, emete ɨmɨntsara waina mari aiy+akumitsaeram emete aiy+ukuata tɨmatsetamuki yukan pupe rana y+uti tatatupa ɨwɨratikuara. Emete aiy+ainaniai amua iy+uny+aukitara aitsemeka ukakɨranu ɨwɨratikuara, kumitsa emete aiy+ukuata inupapa tɨmatetamuki ɨwɨratiawa “Churachaki”. Amua aiy+ainaniai riai tay+umɨrariai mari tuwa chapunitara ini tsetapan amua waina, katika yuriti tsetamay rana. Awatipa aiy+akumitsaera emetetsuri aiy+akumitsa ɨwɨratiawa, yumata tsupiari tɨmayumata, memuta amua: umanu, tsachi y+akia, uwene ay timiran. ɨwɨratiawa "Churachaki" akipan aitse tsapiaritsen awakana kukapan ay ruairan Amay+uniaka. Yay wepe pupe mari tɨmay+apapai aitsemeka aitsemekatunika pupe awa mania warimata, y+umuratsuri, michapan, tsetamay, ɨra, irutsai, kurikitsetan, y+umitsurin, tsetapan ay tsumurupan. ɨwɨratiawa yay wepe maitsankara ɨwɨrati, riai ikuawara y+a tapɨy+a Kukamɨe mania Churachaki, Tsupai, Ishinku, Shapinku, Shapshiku tsurin Shapishiku.
ɨwɨrati: Floresta, selva, mata. Tuwa: espirito, mãe de algum elemental. Variantes: Awara, Mai, Maitsankara, Tsulla chaki e Tsawa.
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